sexta-feira, julho 06, 2012

Evento Cultural

4 comentários:

Anónimo disse...

Com eventos deste género, demonstra-se a energia de um povo que recusa a fatalidade da distância e de mais tarde do que outros ter acesso aos benefícios da civilização.Parabéns aos organizadores e os meus votos para que tudo corram bem e se construa o futuro que é onde podemos intervir. O passado apenas nos honra.
asp

Mina disse...

Eu também dou os parabéns aos organizadores e faço votos para que o evento cultural seja do agrado de todos.
Já muito se falou sobre o evento cultural no facebook "Sobral de S. Miguel". Desejo que seja um sucesso para tudo o que programaram,- animação musical e teatral, passeios, exposições, artesanato, gastronomia...- O Logótipo também foi bem pensado, tem um rosto com os sinais do tempo,da história e lendas!! Bem haja a todos os que colaboram para que o dia 21 e 22 sejam de festa.

Anónimo disse...

Parabéns pela iniciativa. É assim que se podem encontrar alternativas à desertificação, levando a que se valorizem certos elementos da paisagem rural.
Ainda bem que o Sobral foi incluído na rede "Aldeias de Xisto". Algo de positivo poderá acontecer, a começar pela percepção do património edificado e paisagístico.
Ou muito me engano, ou a imagem do cartaz corresponde ao "Moinho do Vale", um dos poucos que ainda trabalha e que merece ser preservado.
Foi na reconstrução desse moinho, que nos idos de 1974 ou 75 ruiu, que 3 sobralenses passaram alguns dias. Nenhum deles era pedreiro (nem "maçon"), como bem se pode ver pelo fraco resultado (o elemento que foi colocado por cima do alvanel é bem demonstrativo da inépcia dos "pedreiros").
Mas que fique registado o esforço: Ti António Rodas, Ti António Abrantes, meu pai, e eu, AAG.
A "tecnologia" usada nesse e nos outros moinhos deveria ser a mesma do tempo do nosso Fundador Afonso Henriques:
- mó de cima e mó de baixo (praticamente o único elemento que tinha que ser importado, por ser em granito),
- chamadouro e tramela (com registo em corda que servia para dosear a quantidade de milho que deveria cair para o buraco da mó de cima)
- ? (esqueci-me do nome do local onde se coloca o milho)
- ? alavanca que, ligada ao rodízio e que serve para elevar ou baixar a mó de cima, desde a farinha mais fina até ao farelo
- rodízio (agora em ferro ,mas até aos anos 70 em madeira, com o mesmíssimo formato)
- Cale (agora em ferro, mas antes também em madeira a precisar de ser mudada de tempos a tempos).
Como acontece com a maior parte dos moinhos, pertence em compropriedade a diversas pessoas ou famílias, sendo a quota determinada em função dos dias dentro do período global.
AAG

Anónimo disse...

Partilho do mesmo desejo de que esta actividade se transforme numa grande festa e agrado de todos.
Recordar as tradições do passado e envolver os residentes com as suas memórias genuínas é um acto cultural a transportar para as novas gerações.
fs