segunda-feira, julho 30, 2012

Algumas imagens do Xisto e Lendas

2 comentários:

Anónimo disse...

Os que nascemos no Sobral, mesmo dele tendo saído pela força da vida, mas sem ter perdido todo o imaginário da nossa aldeia, sempre que a esta voltamos, conseguimos a vantagem de um relance total de nós.
Não há momentos mais fortes do que aqueles em que a sós nos olhamos até ao começo de tudo.
Neste tudo, há dor e festa, suor e entretenimento e lágrimas e um sorriso. Sobretudo, há saudade da vida, que já foi e não é mais.
Ultimamente tenho escrito sobre a saudade em Bernardim Ribeiro, em Gaspar Frutuoso e agora em Heitor Pinto. E, por reflexo, sinto ainda mais a saudade quando vou ao Sobral e aqui a manifesto nestas "magoadas e soidosas palavras”, como se dizia há quinhentos anos.
Ao olhar esta imagens, todavia, talvez haja ainda futuro e que outros tons se anunciem com outras gentes, particularmente jovens.
asp

Anónimo disse...

...terra da fraternidade e porque continuam os poetas a cantar por esta "ocidental praia lusitana" que se abriu ao mundo quando iniciou a diáspora moderna.Somos um grande povo e a nossa aldeia na sua individualidade coletiva e festiva representa-o bastante bem.
A geografia do Sobral tem uma envolvência/atmosfera muito forte que nos estimula para a saudade e ao passado como é para as nossas idades.
Mas olhemos para o futuro, a começar nos nossos jovens e descendentes...e novos sonhos,surgirão.
fs