terça-feira, maio 19, 2009

Património Sobralense

Porque o nosso património também deve ser lembrado, hoje partilhamos aqui no blogue a foto de um antigo fontanário da nossa aldeia. Havia muitos fontanários pelas ruas do Sobral, alguns ainda resistem ao passar dos anos e são esses que vos vamos mostrar e que gostariamos que todos vocês nos ajudassem a contar as suas histórias!

Fontanário da Rua do Fundo do Lugar


Eu já não sou do tempo em que esta fonte funcionava, não sei quando foi construída e a importância que teve para a nossa aldeia.
Vocês nunca nos deixam ficar mal com os vossos testemunhos e lembranças para que vos remetem estas fotos... façam-no mais uma vez pelo nosso blogue e pela nossa aldeia!

55 comentários:

F Pereira disse...

Esta fonte matou-me a sede cenas de vezes, e era um bom lugar para falar com as raparigas que vinhao a agua.

Anónimo disse...

e havia outro junto a agora casa do ticiano e do ze

Serranita disse...

E eu fico a aguardar por uma foto da fonte do vale que por incrivel que pareça, não tenho uma!

Anónimo disse...

Acho que essa fonte já n está lá.

Mariita disse...

Famel, em tempos que já lá vão... mandei-te a foto do fontanário do Barreiro, e se bem lembro, com um pequeno texto... ainda terás por aí?

Anónimo disse...

Era um bom lugar para namorar ou "simplesmente"flertar.
Como, sem querer me deixo emocionar... Desculpem...

Para todos os sobralenses com muito carinho.

A água da fonte pura
às vezes, no seu cantar,
Aos noivos causa ternura,
Aos velhos fâ-los chorar!.

Água da fonte da aldeia
Ensina-me o teu cantar,
Que os meus olhos, volta e meia,
Andam, com água, a chorar!

Se eu fosse a fonte onde vais,
Para te reter bem pertinho,
Gota por gota, não mais,
Enchia o meu cantarinho.

Tem o regato o encanto
E a fonte tem a tristeza
Ora mistério, ora o pranto
Duma alma portuguesa

Tenho sede! E há na serra
Águas de fino sabor,
Mas não há fonte na terra
Que mate a sede de amor

Maria Ideias

Malga de sopa disse...

Nesta fonte bebi la agua mas nao olhava as raparigas que ainda eu nao pintava,mas lembrome de a mudarem e de comporem ou estragarem "como quieram" o sitio onde ela estava. :-)

sobralfilho disse...

O Malga da sopa tem razão.

Ele, o Fontanário, no princípio da sua existência, estava encostado ao curral/palheiro do Ti-Pedro João, prédio este que juntamente com o alambique do meu avô e outro do ti-Augusto Romão foram "roubados" pelos poderes públicos e demolidos com o argumento de que iriam fazer uma marginal à Ribeira desde do Vale até à Lage. E digo "roubados" porque não cumpriram o prometido, ou seja não finalizaram o projecto. Bem, se calhar nem havia projecto...
(ontem como hoje...)

No meu ponto de vista, a marginal até ficava bem, pena foi não terem a coragem e vontade férrea de levar o projecto àvante.

Quanto às lembranças, fui o único protagonista de um episódio que de tão grave não o posso contar aqui (uma malandrice dum rapazinho de 9/10 anos). E só muitos anos depois é que o contei a meu pai.

jeco disse...

por se falar em patrimoniogotava de ver os quadros das escolas em louzatalvez um dia num museu

Anónimo disse...

Quem és tu Sobralfilho que sabes tanta coisa da nossa aldeia?..
Maria Ideias

Anónimo disse...

P quem n sabe onde eram esses palheiros, fica-se na mm. Podem ser + especificos qt a essa localização e contar-nos mais sobre essa primeira localização da fonte. E ano de construção ng sabe qd foi?
Já vi mts dessas fontes m n sei nd da sua história.

sobralfilho disse...

Esse fontanário e os outros: um situado no Adro, ao pé da escadaria que dá acesso às vinhas e Casa Paroquial, outro no Barreiro, outro junto à casa da Sra. Almerinda, outro no Cabecinho de Cima, que todos conhecem,outro junto à cada do Ti-Reinaldo e da Avó da Serranita, e outro na Eira, junto das Escolas.

Terão sido inaugurados em 1964.

A maior parte deles foram "abatidos ao efectivo" logo que o Sobral foi dotado de água canalizada.

Maria Ideias, se fizeres uma pesquisa aqui no Blogue identificar-me-ás facilmente. E já tive a oportunidade de te dizer também que sou do ano do teu irmão,fomos colegas de carteira na velha Escola do Sobral e até te perguntei por ele. Eu sei que está em Angola, mas tu não me respondeste.

Anónimo, das 9,22 - de 22/05,

Se eu disse que o fontanário estava encostado ao palheiro do Ti-Pedro João, identifiquei o sítio do dito Palheiro.
O "meu" Alambique ficava junto deste palheiro, seguia-se o do Ti-Augusto Romão e a Casa da Tiá-Brízida (que era no lugar, onde hoje está situado o Forno do Fundo do Lugar, que primitivamente estava junto da Ponte).
Tanto quanto sei, os donos não tiveram direito a nenhuma compensação, pois no tempo do Salazar era assim. Os fatos deste não tinham bolsos, porque não precisava. E quando precisava metia a mão no bolso dos outros (que éramos nós). Hoje, na Democracia. os fatos dos "Salazares" têm bolsos e são feitos por grandes costureiros (com o nosso dinheiro, claro).

Anónimo disse...

Serranita, eu penso que tenho uma foto da fonte do vale antes de terem alargado o quintal da tiá Lurdes, vou ver se a encontro para publicar.
Beijos Tânia Marques

Anónimo disse...

Sobralfilho.

Vou-te identificar nem que demore muito...
Velha escola das vinhas, queres tu dizer?
Não te estou a ver.
O meu irmão já não está em Angola.
Vive em Lisboa - Odivelas.
Não me lembro do teu alambique mas lembro-me da casa da ti Brizida.
De alambiques só me lembro daquele do ti Zé João. Não tinha um alambique na ponte, quando se vai para o caratão?
Um bom fim de semana e obrigada pelas explicações simpáticas.
Maria Ideias

sobralfilho disse...

Maria Ideias,

No sentido do citado Forno ao pé da Ponte, vindo da casa da Tiá Brízida,
havia um pequeno espaço que dava acesso à loja desta senhora e ao alambique do Ti Augusto Romão, imediatamente a seguir(a parede era de meias ficava o "meu" alambique e a parede deste que confinava com a rua, tinha uma grande barriga. Parecia que a todo o momento iria cair. Mas resistiu dezenas de anos e caiu de pé, pelos motivos que já referi. Assim, se fizeres um pequeno esforço mental e dada a barriga que ostentava a parede recordar-te-ás com certeza. Seguia-se o curral/palheiro do Ti Pedro João, o fontanário e o moinho que ainda lá está, mas ao tempo era um pouco maior. Este moinho diminui de espaço para que o Largo ficasse maior.
Mais tarde, já depois do 25 de Abril, era Presidente da Junta, o Eng. Francisco dos Santos, o forno que ficava em frente da casa da mãe do Floriano, foi transferido para o lugar onde está agora.

silence disse...

E AINDA MAIS:o duplo fontenário do Cabecinho, outro na Carrasqueira, mais um na «Marrada» e ainda o da rua do Vale da Cavada(?); em frente à casa do Tí António Paulo e do seu fiho, na rua de cima do forno da Bica.

virgilio neves disse...

oh sobral filho e silence esqueceram-se da fonte do Barreiro ao lado do forno, que vos matava a sede no inicio do caminho p'ó Tarrastal e Malhadas ?
Sobralfilho, à barriga do "lambique do teu avô" que teve menos sorte que o do meu pai(porque ainda lá está)eu costumava chamar "chiba", quando lá ia buscar a aguardente para a taberna do meu pai quando tinha os meus 9/10 anitos.
Outra construção famosa no (Fundo do Luguer) era a casa do Ti Manel Ervilha, ao lado do forno que foi recontruido (NOVA POUTCHENA,PIAIS)E REBOCO EXTERIOR).
Quanto à fonte, essa e a do adro era onde eu enchia os cântaros desde o tempo que nem alcançava a torneira...
Maria Ideias penso que o alambique de que falas pode ser o do Ti Zé Pacheco, que era mesmo frente á fonte e no fim da ponte. ao lado do largo dos bailaricos.

Anónimo disse...

Vergílio,
a Maria ideias está certa. O lugar
inicial do alambique era onde hoje
existe um palheiro que perteceu ao
Ti Zé "sapateiro".Depois mais tarde
foi mudado para o local que tu indicas.Só hà pouco tempo foi recuperada a caldeira que ,depois de tantos anos,ainda se lá encontrava.
Cumprimentos a todos.
Olívia

famel disse...

Eu sabia que vocês nos iriam ajudar a perceber a história de estes pequenos fontanários que fácilmente passam despercebidos e que têm tanto valor na história da nossa aldeia. As vossas memórias são a aprendizagem de outros que, tal como eu, pouco sabiam de estas fontes que andam "perdidas" pelo Sobral.
Obrigada pelo vosso contributo tão especial.

Lob´s disse...

O número de fontanários, normalizados, e distribuídos pelos vários pontos, todos já assinalados, sucederam a apenas três fontes que abasteciam a nossa aldeia. A fonte do ribeirinho, com nascente no Barroco vindo da "Horta" e "Casal da Pires"; a famosa fonte da ponte, que muito deu que falar e que foi origem, quase de uma "guerra civil" e que era abatecida pela mina do barroco das vergadas; e a do adro, cuja água corrente, vinha também, se não estou em erro da messma nascente da ponte. Depois, acompanhando o progresso,quiseram fechar todas elas, substituindo-as pelos últimos fontanários, alguns dos quais ainda perduram nas ruas da nossa terra.
Mas das três mais antigas, as primeiras, duas resistiram a tudo e, felizmente ainda se mantêm, trazendo-nos à lembrança, aventuras da nossa meninice e juventude, principalmente a da ponte, lugar nobre e de convívios da nossa aldeia, onde os bailaricos se repetiam nos fins de semana, e que a sua água era sempre o pretexto das moçoilas irem à fonte e aproveitarem, à socapa dos pais, darem um pezinho de dança. Belos tempos saudosos e que tornavam as pessoas mais saudáveis.

Mina disse...

Olá Pessoal do blogue,
O assunto dos fontanários faz-nos sentir que já estamos um pouco avançados na idade. O progresso faz das suas e se não houver registo dos factos muita coisa cai no esquecimento. Os fontanários apesar de inativos deveriam permanecer nos sítios, mesmo imbutidos nas paredes. Afinal fazem parte da história da aldeia. O mesmo deveria acontecer com os moinhos,lagares,tronco dos bois etc,etc.,assim como muitas alfaias e utensílios que deveriam fazer parte de um museu, para que se perpetuasse na lembrança, os costumes dos nossos antepassados.
Sobralfilho fiquei curiosa com a tua malandrice de menino não queres contar à gente? Agora nimguém te bate ou ralha!! Eu cá para mim, já tentei adivinhar, como o teu pai que Deus tem, tinha a chave do depósito da água, leva-me a pensar que um dia mijaste para esse tanque, adivinhei? Se o fizeste, tudo se diluiu e como muitos eu bebi dessa água, mas por mim estás perdoado. Se não acertei acredito que,da tua perte também estarei perdoada!!!
Brincadeiras de criança quem as não teve? Umas mais atrevidas outras não. Mas, vá lá, ...conta!?

sobralfilho disse...

Mina,

De momento e para ficares descansada digo: Não foi isso que aconteceu. O facto incidiu no Fontanário e em seu redor, pelo que não era possível injectar na canalização fosse o que fosse.
Mais tarde responderei com mais profundidade ao teu comentário. Não o faço agora porque de repente se me levantaram dúvidas quanto à temporalidade dos factos e, por isso, precisar de removê-las junto de pessoas da minha idade ou mais velhas.

famel disse...

Eh lá... deve ter sido partida mesmo ruim!!!!!
Eu também tive a minha dose de mau comportamento junto da fonte do Cabecinho.
Não posso dizer que tenha sido propositadamente, mas a verdade é que eu e a minha vizinha quisemos dar um banhinho de boas vindas a um gatinho praticamente recém-nascido...escusado será dizer que o pobre gatinho morreu minutos depois :(
E não era a água de esta fonte a mais fria...que faria se fosse!!!

sobralense ausente disse...

Pobre gatinho!!!A mim quase me ia acontecendo o que aconteceu ao gato
,se não fosse o Ti'João Silva,ou
melhor,o irmão deste que momentos antes de perder a fonte da ponte de
vista,atras da casa do Sr.Augusto,
casa essa que já não existe,viu uma cabecita a boiar dentro do tanque e me foi tirar.
Paz à suas almas.Por muito tempo
Pensei que tinha sido o Ti'João Silva do adro ,este é que me disse que foi o irmão o António.

Anónimo disse...

E c foi o sobralense ausente parar dentro do tanque da fonte? Ainda bem q houve heroi.

silence disse...

Virgilio Neves, a fonte do Barreiro já tinha sido mencionada pelo Sobralfilho.Ainda existiu outra fonte ao pé do Salão (Casa dos Sobralenses) a Norte, junto à casa do tí Dias.

Anónimo disse...

Casa dos Sobralenses? Nunca ouvi falar.É mesmo no Sobral?

Mariita disse...

Não tenho nada relevante passado comigo na fonte da Ponte, mas o meu irmão, que no Verão se ficava muito pela oficina do Tio Zé sapateiro - mesmo ao lado - mandavam-no ir lá buscar água fresquinha. Um dia, deixou cair a jarra dentro do poço. Com medo, fugiu para as Barrocas do Muro! Pelo caminho, e para não ter de contar nada à avó, apanhou todo o estrume que foi encontrando.
Quando lá chegou disse-lhe:
Ó “Vó”, trago aqui umas "bostreiquitas" para vossemecê barrar a eira!
Claro que ela viu logo que havia coisa… e lá veio mais cedo trazê-lo ao Sobral onde os tios já andavam aflitos à procura.

Anónimo disse...

Esta agora!!! Eu acho que o silence tem razão, se é a casa do Povo, só pode de ser a casa dos Sobralenses. Viva a casa dos Sobralenses sim senhor!!!!

jeco disse...

casa paroquial: sim. casa do povo ja foi a muitos anos.

naifas disse...

A fonte do cabecinho é do tempo de estas fontes?

sobralfilho disse...

Não. O fontanário do cabecinho ficava mais abaixo.
No sítio onde está implantada a casa do Virgílio da tiá Pintieira.

Anónimo disse...

Lob's

Tem razâo, noutros tempos so existiam essas tres fontes, a da ponte, a do Adro e a do Ribeirinho.

Certo também que a agua que abastecia a fonte do adro, como lhe chamavam, vinha do mesmo nascente do barroco das Vergadas que continua abastecendo a fonte da ponte....

E, que tanta sede matou essa fonte a todos nos !... e aos ranchos que vindo das aldeias visinhas, se deslocavam para a Senhora das Preces, assim como aos animais, juntas de bois que existiam... noutros tempos.

Actualmente tem outras utilidades mais modernas... sendo utilizada para lavar os automoveis.

Mas continua sempre a ser a melhor agua que se bebe na nossa Aldeia.

Essas outras fontes que foram implantadas mais tarde... 1964 ?
Jà eu estava ausente, entretanto ainda bebi agua nessa do Barreiro, ali quase encostada ao forno.

Eis que os seus vestigios ainda
existem ?????

Anónimo disse...

Expliquem-me lá, como é que chegava água das vergadas ao adro?

jeco disse...

so podia ser com a pressao da mesma,mas ja exitia motores na epoca eu tive um motor de (OPEL recorde
olympia) de 1951.))))

ate a proxima

Anónimo disse...

Certo Jeco. Nesses tempos... 1950, a agua chegava ao Adro simplesmente pela pressao. Canalizada, atravessava a ponte e seguia a rua até ao Adro debaixo da calçada.

Se houve motores foi mais tarde, porque nessa altura o unico combustivel que chegava ao Sobral era o petroleo para uso nas candeias e candeeiros.

sobralfilho disse...

E ao Barreiro também chegava por gravidade, uma vez que as duas Minas das Vergadas estão mais alto, principalmente o depósito dos Torgais que deve estar ligeiramente mais alto que a fonte do Barreiro. Se assim não fosse a água não chegaria lá.

Como disse o Anónimo,
O chafariz do Adro recebia a água também por pressão da gravidade canalizada logo no interior da Mina que está no Barroco da Fonte e, como é óbvio, esta num nível superior.

Mariita disse...

Aqui está algo que eu também não sabia. Obrigada pelos vossos conhecimentos aqui partilhados.

jeco disse...

sobral filho nos tempos de crise de agua no sobral havia um fontanario na (carrasqueira) e se nao estou em erro um na ermida de santa barbara e a agua chegava la! estando o tanque dos trogais cheio mais peso fazia, se chama (lei da gravidade).

ate a proxima

sobralfilho disse...

jeco,

Não sei se havia um na carrasqueira. Eu penso que não, pois como o único depósito até ao 25 de Abril de 1974, era o dos Torgais, o primeiro, pois como se sabe - hoje há dois - e a Carrasqueira fica mais alta, a água não teria pressão para lá chegar. E à Portela nem pensar...

À Portela só terá chegado já depois do 25 de Abril 74 (não sei exactamente o ano) quando se procedeu à captação de águas na Ribeira da Cabrieira (1ª. Fase) e consequente construção do depósito que esta próximo das Minas das Vergadas. E como esta está a nível mais alto já consegue pressão para que o Campo de Futebol tenha também água.

Anónimo disse...

Para mim que vivo ausente... e simplesmente por curiosidade,
Se a agua ja pode chegar ao campo de futebol (pela lei da gravidade) jà entâo podem ser instalados balnearios, ou ja foram instalados?
Nao se pode impedir o progresso !!!!
Mas estou convencido que ha outras necessidades mais importantes para o investimento de alguns tostôes... desculpem... Euros!

Anónimo disse...

Acho q o campo da bola n precisa de balneários p nd. Precisa é de um corta mato :O

Anónimo disse...

Completamente de acordo.

Mesmo se nâo ha balneares, nâo sâo indispensaveis.

Mas desejo salientar que desde o inicio sempre foi preciso corta matos.

E sem algo de pertençâo posso dizer que participei nos primeiros corta matos para a realizaçâo desse campo de futebol que existe mais ou menos desde 1950/55.

E até certo ponto sinto um pequeno orgulho de ter participado no seu inicio.
Parabéns a todos os Galitos e Sobralenses, que conseguiram mante-lo num estado razoavel para que a mocidade que seguiu e vindoura continue a evoluir desportivamente e intelectualmente.


Repito mais uma vez, parabéns a todos os Sobralenses que de qualquer modo têem contribuido ao bém estar e evoluçâo da nossa linda Aldeia.

Anónimo disse...

Mas voces andam bons? Desde quando ha mocidade no sobral suficiente para praticar desporto no campo da bola? Compreendo o vosso saudosismo, mas rendam-se as evidencias que nos dias de hoje n ha c praticar de futebol de onze. Por alguma razao foi construido o ringue e no ringue pelo menos podemos também jogar outras modalidades.

JECO disse...

anonimo: respondeste a tudo sobre campos de futebol e talvez k daqui a dez ou vinte anos a modalidade principal jogada nesse ring seja o tenis porque se joga a dois,estas a ver eu e a minha mulher a jogar com muita calma ja reformados.
pois! ha 5 miudos na escola primaria actualmente, quantos devera haver daqui a vinte anos?

ate a proxima

jeco disse...

sobral filho:aqui vai a respota pegue numa garrafa de agua mineral de um kilo e meio, altura 30cm meta um tubo de dois milimetros de diametro e com 60 cemtimetros de altura no fundo da garrafa na parte exterior desarrolhe a garrafa e tire os olhos da frente porque pode levar com meio kilo de agua nos olhos.
estudar lencois de agua, vera a razao porque secam fontes naturais estando o lencol de agua a nivel inferior da mesma.

jeco disse...

ate a proxima

jeco disse...

e so existe um tanque de agua para distribuicao da rede do sobral.

jeco disse...

ate a proxima

sobralfilho disse...

jeco,

1.
Não habito no Sobral. Mas, estou convicto que há 3 depósitos de água: Um perto das Minas das Vergadas (que recebe a água da Ribeira da Cabrieira) e dois nos Torgais, Ora, se abastecem o Sobral?... Para abastecerem a Teixeira! Não será de certeza…
2.
Não sendo eu, nenhum Arquimedes, nem engenheiro, também não frequentei a Universidade Moderna ou outra, não sou especialista em “águas” … Moderadamente prefiro o tinto e à refeição… Mas, mesmo assim, atrevo-me a dizer-te que a tua experiência laboratorial não resultaria no Sobral em finais dos anos 60 e princípios dos anos 70 do Séc. XX. As duas Minas então existentes – das Vergadas – não eram muito generosas em água. E para complicar as raízes dos pinheiros, em busca de água, penetravam no interior da canalização (que era de “lusalite” - material este que hoje se diz que é cancerígeno) à boca das Minas (no Interior, claro está) e desenvolviam-se no sentido do comprimento no seu interior (aquilo até era bonito de ver: um emaranhado de finíssimos “vasos capilares” brancos, derivado à ausência de Luz). Eu ia lá com o meu pai, três a quatro vezes por ano limpar aquela coisa. Quando chegava o Verão a água faltava e para que a pouca água chegasse a todos os fontanários era preciso fechá-la. Um dos horários de que eu me lembro era do meio-dia, às duas da tarde. E mesmo assim, os fontanários situados no nível superior nunca tinham as duas horas de água, pois faltava logo que os do nível inferior tirassem mais. A “caixa-de-ar” onde estavam as torneiras situava-se perto da casa do Eusébio e do pai do Zé da Eira, um pouco acima das Escolas.
Por isso, o teu ensaio de laboratório com um tubo de 2mm de diâmetro, na dura realidade Sobralense, daquele tempo, não dava em nada. E por não haver água e dada a necessidade de se partir para o abastecimento de água é que, já depois do 25 de Abril, se efectuou a 1ª. Fase da captação de água na Ribeira.
Mas, não sendo engenheiro ainda fui reler o meu velhinho livro de Física que me diz que tenho razão:
No capítulo 11.4.5 – Redes de distribuição de águas – “A ideia fundamental da distribuição de água numa povoação é idêntica à do repuxo, sendo a casa onde se pretende fazer chegar a água o ramo mais baixa e o depósito o ramo mais alto. No seu conjunto, a rede é um sistema de vasos comunicantes”. – Ciências Físico-Naturais de A.C. Freitas da Silva.
E pronto. Termino. Cumprimentos

JECO disse...

sobral filho:continuo a dizer e afirmo k so a um tanque, k eu chamo (tanque de pressao)o dos trogais, nas vergadas e a estacao de tratamento de aguas, k nem era utilizada noutros tempos embora existise, um pouco mais acima a nacente das vergadas, e no alto das vergadas um tanque k serve de reserva,essa esgotada activa o sistema de bombagem da corga seca, ultima nacente com reservatorio.
Quando era tenpos de crise de agua, so la chegava às fontes do cemiterio,da marrada e da carrasqueira meia hora enquanto o tanque dos trogais tinha pressao ou seja cheio,se o tanque fosse de 10 milhoes de litros eu levava a agua ao alto das malhadas.
e com isto termino o comentario sobre hidraulica,lencois de agua e pocos de petroleo pocos artesianos etc..etc...

ate a proxima

virgilio neves disse...

um depósito de 10 milhões de litros de água, para consumir no Sobral? Só se fosse para fazer ranicultura.

Anónimo disse...

Segurem o jeco, com 25 milhões de litros coloca a água no caruto da serra da estrela. E ariscasse a ser premiado. brrr

JECO disse...

outra especie de lavrador,(caruto)em (riba no caruto).
ate a proxima

Carlos Sobreiro disse...

Vergilio nao se fala de Quantidade,Falou-se de peso da agua,Mais peso=mais pressao.