domingo, maio 30, 2010

Dicas

Para o pessoal das casas de xisto aqui fica uma dica...
Esta vi no Piódão e acho que está muito bem


quinta-feira, maio 27, 2010

Pormenor Sobralense

domingo, maio 16, 2010

Ementa do Restaurante Tipico Varanda da Estrela durante a estadia da selecção na Covilhã

(para melhor visualizar, clique sobre a imagem ou ainda, se necessário, guarde-a no seu computador e amplie)

Se andar perto  das Penhas da Saúde durante a estadia da selecção nacional na cidade, eis o que poderá disfrutar da Gastronomia Regional no Varanda da Estrela (visite o site)
NOTA: Está descriminado apenas um prato por refeição, mas poderá encontrar muitos outros pratos neste Restaurante Tipico 

Divulgação a pedido do Manjedoura

quinta-feira, maio 13, 2010

Natureza

Todos os anos vejo esta imagem e todos os anos me pergunto: "O que raio é isto"?
Dizem ser cuspo de cuco, mas custa-me a acreditar!!!



Elucidem-me lá...


segunda-feira, maio 10, 2010

A CONVERSA É COMO AS CEREJAS


Acabava de festejar os meus 17 anos e trabalhava há 2 anos como empregado de mesa numa Pastelaria a 100 metros das Portas de Benfica na "estrema" dos concelhos de Lisboa e Oeiras (actualmente da Amadora) e a 2 Kms do estádio da Luz. Dali saíam os autocarros da Carris,( verdes de 2 andares) o 15 para os Restauradores e o 29 para Algés. Aos Domingos, de 15 em 15 dias saía uma carreira para o futebol.

Naquela época de 1972/73, o Benfica ganhara o campeonato nacional com 28 vitórias , 2 empates e 0 derrotas. Tal feito levou-me a pedir ao patrão a troca da minha folga semanal das Terças para as Quartas-Feiras, e assim, graças às borlas dadas por alguns craques a quem costumava servir bicas ou imperiais, tive a oportunidade de ir ver o Benfica jogar com o Malmo, Derby County, Olimpiakos e Ujpesti para a Taça dos Campeões ,e em Setembro estive na Luz a ver a festa da despedida do Eusébio.

«O meu Café» não tinha televisão, por isso era habitual passarem ali ao serão, pares de namorados, jovens recém casados, estudantes "carregados" de livros e até uns clientes que davam sempre gorgeta no fim da noite. Às vezes punha-me a pensar se não seriam informadores da PIDE que iam ali ver se ouviam alguém descontente a dizer mal do Governo. O café à mesa era a 2$OO (1 cêntimo de euro) e ao balcão custava o mesmo de um pastel de nata -1$60!!! Pasteis de nata, vendiam-se ali umas 70 dúzias por dia.

Gostava do meu trabalho e ganhava já como um chefe de família! - Uns 80$00 por dia, mais gorgetas. O meu horário era das 14 h à meia-noite ( jantar das 19 às 21) e estudava das 9 da manhã à 1 da tarde. Segundas, Quartas e Sextas : História,Português,Francês e Inglês. Terças e Quintas : Ciencias,Matemática ,Fisica e Desenho.

Numa daquelas noites, depois de beber a bica e o brandy maciera em cálice balão aquecido,de sacar o ronson para acender o cigarro SG gigante e expelir em direcção ao tecto (já amarelo) uns aneis de fumo branco, um cliente regressado da lua de mel chamou-me perto e disse : -" semana que vem vou à Serra da Estrela em trabalho. Não queres uma boleia e ir ver a tua terra? " Eu nem pensei duas vezes. Como calhava numa Quarta-Feira, disse-lhe logo que sim desde que chegasse-mos a tempo de pegar ao trabalho na Quinta á tarde.

Na manhã do dia marcado, entrei no camião carregado na véspera e minutos depois estávamos a rodar na 2ª Circular, rumo ao aeroporto e auto-estrada do Norte que acabava em Vila Franca de Xira. O almoço foi em Ponte de Sôr e da ementa não me recordo mais, mas a bebida, foi Tinto com gasosa para os dois. Nas duas horas seguintes, para espairecer e quebrar a monotonia dos traços continuos no asfalto, falámos da tropa e aí "o meu amigo" descreveu-me ao ínfimo pormenor os horrores dos dois anos que passara recentemente no inferno das matas da Guiné. Não me esqueço do episódio em que passou meia hora imóvel como uma estátua até ser desarmada a mina anti-pessoal que pisara no meio duma picada. Nem da história do camarada e seu conterrâneo -casado - que tentou suicidar-se antes de regressar à Metrópole ao saber que uma doença venérea lhe ia fazer perder a virilidade para sempre.

Quando exclamei que a tarde estava abafada e que se avizinhava uma trovoada, ele em tom de brincadeira disse logo : -" trovoada e calor era na Guiné! - calcula tu que a água da chuva que se acumulava nas folhas das couves, com o calor que vinha logo a seguir, ficavam cozidas em minutos." Eu sorri e acreditei . Lembrei-me muitas vezes daquelas palavras 10 anos mais tarde, quando morei no Brasil sob o tórrido clima do Trópico de Capricónio. 18 Kms depois de Nisa, ao descermos para a margem do Tejo - que acabava de entrar em Portugal -avistámos a raia de Espanha coberta de castelos de nuvens negras , e mal saímos de Vila Velha de Ródão a chuva começou a cair fazendo-nos companhia até depois de Castelo Branco. À saída de Alpedrinha fizemos fila para matar a sede numa "bica" gelada da ribanceira da estrada e passados 2 Kms imobilizámos o camião. Saímos, e ficámos em silêncio a apreciar a paisagem deslumbrante. Nas nossas costas a planície a perder de vista até Castelo Branco e diante dos nossos olhos, e 250 metros abaixo dos nossos pés, avistávamos toda a Cova da Beira e parte da Serra da Estrela. A poucos metros de nós, do lado de baixo da estrada, o verde e vermelho dos cerejais, de onde saía e chegava até nós o cantar melodioso de rouxinois, e por cima dela, o verde e amarelo dos castanheiros em flor. Poderíamos ficar ali o resto da tarde, mas ao longe, 750 metros acima das nossas cabeças, as Penhas da Saúde pareciam chamar por nós, fazendo-nos lembrar que era lá o fim da jornada. Antes da partida, ainda apreciámos por uns momentos as cores magníficas de um grande arco íris que cobria a distância dos 16 kms entre o Fundão e os pés da Covilhã.

Chegámos por fim ao hotel da Serra da Estrela, onde nos esperavam para descarregar a carga de equipamento hoteleiro que iria apetrechar a cozinha, copa, lavandaria e bares daquela unidade hoteleira prestes a inaugurar. E, enquanto andava por ali a ver as instalações e procurando uma bebida, ouvi vozes que me pareciam de gente conhecida . Ainda pensei que talvez fosse por me sentir próximo do Sobral, mas qual não foi a minha surpresa quando dei com meia dúzia de Sobralenses, quase todos da minha idade a arrumarem as ferramentas de trabalho. "Ainda lá faltavam outros" - disseram-me -" que tinham ido à Covilhã". O Dionísio, o Donaciano e o meu primo (Zé Afonso), que treinava para guarda-redes no Benfica da Covilhã. Fiquei com pena de não ver os ausentes e bebi umas cervejas com os presentes. Despedi-me, e daí a pouco eu e o meu companheiro já estávamos na Pensão a tratar da barriga . Sopa, primeiro prato, segundo prato , vinho da casa ( sem gasosa), e à sobremesa, fruta da época - uma travessa de cerejas -. Era fruta que não se via muito por Lisboa, porque a produção da Cova da Beira ainda não era -como hoje - de centenas de toneladas. Aos fins de semana e Quartas-feiras o Teatro-Cine da Covilhã passava uns filmes, e como eramos fans do Charles Bronson, comprámos bilhetes para vê-lo mais o Jack Palance numa grande índio/cowboyada -um filme de 1972- Desforra Apache .

No dia seguinte madrugámos e tinhamos em mente comprar cerejas para levar para casa, mas como no Fundão ainda estava tudo fechado, seguimos caminho. No dia anterior tinhamos regalalado a vista com aquelas cerejas, e naquele momento já a 2,5 Km do Fundão tivemos a ideia de assaltar uma cerejeiras daquela carregadinhas mesmo à beira da estrada. Afinal com tanta fartura quem é que nos iria recusar um punhado de cerejas? E o dono não estaria bem longe dali para nos ralhar? Bem dito, melhor feito . E em menos de nada já estámos em cima da cerejeira a derriçar para a barriga e a esgalhar uns ramalhetes que metiam cobiça a qualquer um. Saltei da cerejeira e atravessei a lezíria com todo o cuidado olhando para o chão para não esmagar as batateiras, dei umas passadas e ao levantar os olhar vejo a um palmo da minha barriga um ancinho (tipo forquilha) com dentes de meio metro e um homem com cara de má raça a resmungar."sempre se apanham"- disse ele. E eu, sem saber o que fazer, ainda respondi :-"pois é"... Pensava que ele se referia ao apanhar cerejas mas vi logo que era em apanhar os ladrões. Ficou para ali uns momentos a gritar que lhe roubavam tudo. Que não eramos só nós!... e que tínhamos que lhe pagar bem pago. Fez-nos largar tudo no chão e furioso começou a dizer que lhe matávamos a cerejeira . Que iria secar por causa das pernadas cortadas e começou a contar os galhos carregadinhos de frutos vermelhinhos e reluzentes à luz do sol nascente. Fez a conta ao do prejuizo e pediu-nos 300.000 reis. Como vira que nós não estávamos pelos ajustes porque aquilo era demais, virou-se para uma casita velha a 100 metros de nós e gritou:-"oh Ana tráz cá a espingarda". Não vimos sinal de Ana nenhuma, mas ele, foi para a frente do camião, para não lhe fugirmos. Dizia que ia chamar o cabo da guarda para nos levar ao posto. "Tinhamos que pagar" -dizia - e continuava a ladaínha que podia fazer bom dinheiro se não fossem os gatunos...bandidos.

Como o tempo passava e tinhamos a nossa vida em Lisboa, depois de tanto regatear, e para evitar mais chatices , com muito custo lá puxámos de uma nota de 100$00 cada um , pois o velho da camisa branca, calças, colete e chapéu preto, resolvera baixar o preço para 200.000 reis. Ainda queria que deixássemos o produto do roubo mas ficou a olhar para nós quando rapámos tudo e desandámos dali para fora sem olhar mais para as cerejeiras nem ligar ao canto dos rouxinóis que nessa hora cantavam todos ao desafio. Por uns bons momentos seguimos caladinhos a nossa viagem. Mas de repente começámos a gozar com a situação e interrogámo-nos se ele não seria analfabeto? Se calhar ia nos pedir também para lhe anotármos a matricula do camião. Ou que lhe desse-mos boleia para ir connosco ao posto da GNR... Continuámos assim, e de repente, peguei no meu quinhão de ramalhetes e sem querer começei distraidamente a contar as cerejas uma a uma. Quando nos despedimos à 1 da tarde, a 200 metros da minha casa, disse-lhe: - Levo cá 100 cerejas porque as outra duas comi-as. Ficaram a 10 tostões (1$00) cada uma. Nem com um dia de trabalho recupero do prejuízo.

O meu amigo soltou uma gargalhada e disse: -"a minha mulher vai adorar uns brinquinhos de cerejas". Daí a pouco os meus os meus 3 irmãos matavam saudades e a Belarmina ainda perguntou :-" só trouxestes estas" ? Ao que eu respondi:- "come a minha parte porque eu já apanhei uma barrigada delas de manhãzinha."

Nessa noite, enquanto eu lhe servia o carioca de limão, a mulher do meu cliente e amigo meteu-se comigo dizendo: -"oh mulher traz lá a arma", mas a minha história, ficou em segredo até ao mês de Agosto, e contei-a a caminho do Sobral quando iamos todos para o casamento da Belarmina.

segunda-feira, maio 03, 2010

Pormenor sobralense

domingo, maio 02, 2010

DIA DA MÃE

Hoje, é dia de receber flores, beijos, abraços e tantas palavras de carinho e amor que não há espaço para todas elas. Que o dia amanheça em esperança e termine na alegria das vozes que se escutam por entre risos e cantares em melodias de ternura e gratidão. Parabéns a todas as mães!

quinta-feira, abril 29, 2010

segunda-feira, abril 26, 2010

domingo, abril 25, 2010

25 de Abril - contado pelas criancas

E vocês onde estavam no 25 de Abril???

quinta-feira, abril 22, 2010

SUGESTÕES...

Em tempos que já lá vão a rua que passa no centro de saúde, tinha algumas semelhanças com esta. Depois foi alterada e, com o passar dos anos, tem ficado cada vez pior e muito pouco cómoda para quem ali precisa de se deslocar. Seria interessante que esta rua pudesse voltar à forma original... Algum dia verei isso acontecer?


Também já se falou aqui da necessidade de assinalar os lugares e caminhos circundantes do Sobral. É uma prática que tem vindo a ser implementada em todo o país e que considero muito importante. Por isso, numa altura em que também na nossa terra se estão a dinamizar as caminhadas seria importante não esquecer esta ideia...

E viva hoje o Dia Mundial da Terra!

1º Passeio TT


quarta-feira, abril 21, 2010

Bichinhos

Não quero parecer chata como as minhas fotografias, mas sinto-me como uma criança quando tem um brinquedo novo, tenho de o usar até me fartar dele.

Deixo aqui umas imagem dos bichinhos que encontrei quando fui estrear a minha máquina, a experiência ainda não é muita, mas espero que gostem.






terça-feira, abril 20, 2010

Ruralidades


domingo, abril 18, 2010

DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

Se por acaso não sabe, Idanha-a-Velha é um Monumento Nacional! Pertence ao Distrito de Castelo Branco e nem fica assim tão distante do Sobral, pelo que achei "dever-lhe" hoje, esta pequena homenagem. 
 
Conheci Idanha quase em ruínas... mas onde o "guardião" da Sé que zelava por aquele património, com o seu saber, nos fazia viajar ao tempo da ocupação Romana, Visigótica e Árabe. Anfitrião e guia de turistas acidentais, curiosos, ou dos mais “sabedores” da matéria, era também o arqueólogo que ia escavando e limpando muita da história que, tenho a certeza, hoje se encontra em exposição no museu, ali aberto. Recordo com saudade esse homem cujo nome agora me escapa, mas tenho a certeza, muitos lembrarão com ternura e saudade. Hoje, Idanha está recuperada, linda, e, ao que pude presenciar com um número apreciável de turistas, sendo muitos estrangeiros. 
As imagens que aqui deixo, são uma pequena amostra do muito que há para ver. Para quem não conhece, aqui fica uma sugestão para um passeio pela região, onde não faltam outras povoações de encantar como é o caso de Penha-Garcia e, claro, Monsanto a Aldeia mais Portuguesa de Portugal.
O Lagar de Varas que estava praticamente destruído e foi recuperado de forma notável, e os utensílios muito bem conservados 
As escavações arqueológicas permitiram pôr a descoberto uma infinidade de vestígios da maior importância para se fazer a história da ocupação de Idanha.
Sem dúvida, local a visitar nas suas próximas férias, ou numa "escapadinha de fim-de-semana. 

Caminhada

Ora aqui está uma bela iniciativa para começar a época de caminhadas!




Se alguem estiver interessado em participar, poderá inscreves-se enviado um email para cssilva87@gmail.com .

sexta-feira, abril 16, 2010

Momentos Sobralenses

Arrisquei-me para partilhar com vocês este belo momento... na Natureza tude se transforma não é? Cá está a nova casa deste enxame :)




Felizmente não fui picada :)

quinta-feira, abril 15, 2010

Pormenor Sobralense




terça-feira, abril 13, 2010

Dia Mundial do Beijo

O Beijo é delicioso, quando dado com amor e paixão, é ainda melhor.
Por isso não deixem de beijar....
Cá vai o meu: Beijo, Baccio, Bisou, Kiss, Beso, Kisu, Kuchen, Baiser, Tzub, Su-Ub, Pitér, Xkyss, Potselui, Neshiká, Quin Wen :)

Previsões Meteorológicas

Nos dias que correm com estas modernices e afins, é habitual recorrermos à internet para antever o estado do tempo. Contudo continuam a existir formas tradicionais e bem mais interessantes, para sabermos se o sol ou a chuva nos vêm visitar!

Um amigo meu continua a observar o seu Galo do Tempo e não falha

Eu que estou no campo, continuo a aceitar as dicas da mãe Natureza. E os malmequeres não enganam


Ontem o sol...

...hoje o céu nublado

O mundo não pára, mas felizmente para nós, há coisas que não mudam...

segunda-feira, abril 12, 2010

Muito mais do que Animais de estimação

Este gatinho chama-se Hippie é o nosso gato de estimação, meu e da minha irmã. O Hippie tem passado por vários problemas mas tem recuperado sempre .


Tudo começou logo à nascença, era um gato muito remelado a quem ninguém ligava. Estava destinado a morrer se ninguém cuidasse dele, foi nessa altura que a minha irmã decidiu cuidar dele e levou-o com ela para Castelo Branco. Tornou-se um gato muito bonito e vaidoso.


A primeira vez que chegou ao Sobral ficou encantado com a natureza e nunca mais foi o mesmo gato, tendo obrigado a minha irmã a deixa-lo cá ficar a viver.
Como é natural foi criando amizades com os gatitos dos arredores e de vez em quando aparece arranhado, pela altura do cio.

No ano passado foi atropelado, partiu a bacia em dois sítios diferentes. Coitadinho esteve um mês e meio fechado em casa e mal conseguia andar. No entanto a recuperação foi mais rápida do que esperávamos e logo voltou às suas traquinices.

No domingo de Páscoa o Hippie apareceu à noite em casa um pouco estranho e muito assustadiço. Visto não parar quieto deixamo-lo sair para ver se ficava melhor. No entanto passaram dois dias e o Hippie não aparecia, andávamos aflitas e muito tristes a pensar por onde o nosso fofinho andava.
Na terça-feira já inquietas com a falta de noticias do gato, fomos pela milionésima vez percorrer todos os sítios onde ele costumava ir. Até que felizmente o encontramos numa arrecadação aqui da vizinhança, foi uma alegria quando o vimos, estava muito sujo a babar-se e tinha os olhos muito arregalados.

Fomos de imediato com ele ao veterinário. Diagnóstico: envenenamento.

O Hippie teve de ficar internado, para fazerem análises e tentarem salvá-lo. Ligávamos todos os dias e as noticias não eram muito animadoras e 5º feira fomos ver como ele estava e dar miminhos para vez se melhorava. Mas ao vê-lo desanima-mos ainda mais, pois não vimos melhoras.
Sexta feira o veterinário ligou-nos a informar que o Hippie estava um pouco melhor e que era aconselhável ele vir a casa o fim-de-semana, porque na clínica ele não estava a comer e temia que pudesse morrer por estar longe de nós.
Assim fizemos, fomos buscá-lo e começamos por dar-lhe comida por uma seringa porque ele tinha mesmo de comer. Ontem já começou a comer sozinho e até já queria ir para a rua.

Espero que não aconteça outro incidente com ele pois o Hippie para nós é muito mais que um simples animal de estimação.

Caso tenham alguma história do vosso animal de estimação que queiram partilhar connosco podem enviar um email para um dos colaboradores do blog.

sábado, abril 10, 2010

É Primavera

Hoje senti que a Primavera verdadeiramente chegou. Acordei com as andorinhas a cantar o canto de quem anda muito atarefado a fazer o ninho, vi os campos cheios de malmequeres brancos e para além disso, descobri a saltitar no Casal da Pires, um grilo.
Quando era mais nova corria com uma palha, todos os buraquinhos nos campos. Passava as tardes nessa correria, pois sabia que mais tarde ou mais cedo, o meu Pai iria chegar com o tractor para lavrar os campos e lá se iam as tocas dos grilos!
Hoje a sorte apareceu-me aos pés, quando ía beber água ao alvanel, algo me chamou a atenção no chão, no meio daquele manto verde andava ali um ponto preto aos saltos. Aproximei-me e... ERA UM GRILO!!!! Toca a sacar da máquina e segui-lo na sua correria saltitante para fotografá-lo :)
Ainda consegui estas duas fotos, não são fotos "à Célia" mas já dá para partilhar com vocês o momento


Acho que o meu olho anda bem treinado das prospecções :)

segunda-feira, abril 05, 2010

Mais uma vez....


...animais sobralenses













por Eduardo Ghisi


quarta-feira, março 31, 2010

Passeio na Páscoa... ou em qualquer outro dia...

Peço desde já desculpa a alguns leitores do blog que acham só terem aqui cabimento imagens do Sobral ou muito directamente com ele relacionadas. Porém, a Maria Ideias tem sido uma incansável divulgadora da poesia portuguesa, e, pelo que me é dado perceber é com agrado que a maioria lê essas belas palavras. Até dava jeito – como diz a Célia no post anterior - ter sempre à mão um dos poemas que ela sabe! Não tendo um poema adequado para lhe oferecer, e querendo presenteá-la nesta Páscoa, lembrei-me de a convidar para um passeio, por sítios que ela conhece mas que talvez estejam agora um pouco diferentes. E, neste passeio, podem vir todos os que quiserem porque tenho a certeza a Maria também não se importará!


O Porto tem edifícios antigos e lindíssimos, sendo este um belo exemplar que dá sempre gosto rever. E, pelo que a Maria diz, muitas vezes deve ter atravessado esta rua e para mais um dia de trabalho entrou nesta porta… Hoje, vamos fazer de conta que a Maria ainda estava ali, o sol era convidativo e, aproveitando a hora do almoço - que desta vez terá de ser ligeiro - vamos a uma voltinha...

Começa a aventura com a entrada no funicular dos Guindais e descemos até à Ribeira...

Mesmo como o Douro barrento das chuvas intensas desta invernia a beira-rio do Porto ou Gaia,
é local sempre aprazível para um passeio bonito e descontraido.

Subimos em seguida pelo elevador da Sé, entramos nesse belo monumento que é a Sé Catedral do Porto e, se houvesse tempo até podiamos visitar a Fundação Maria Isabel Guerra Junqueiro ou a Casa-Museu, mas por agora vamos só até à ponte Luís I...

onde o metro - que é sem dúvida uma mais-valia para ambas as cidades - lentamente desliza quando as duas composições cruzam uma com a outra.

Já vimos as margens quase até à Foz, com a imponente ponte da Arrábida em fundo, agora, olhamos a serra do Pilar as pontes do Infante, S. João e D. Maria.

É tempo de voltar em direcção à Praça da Batalha, não deixando de apreciar as magnólias

que todos os anos enchem esta zona de um colorido branco e rosa fantástico!

Mais uma pequena paragem para descansar as pernas, disputando às gaivotas um lugar na relva...

O tempo passa... é hora de voltar ao trabalho, o passeio de eléctrico, fica para outra vez… terminamos com o cafezinho e um delicioso pastel de nata!

Com este passeio - mesmo sem amêndoas - desejo à Maria, aos seus familiares e a quantos nos quiseram acompanhar, FELIZ PÁSCOA!